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DÚVIDAS
Perguntas frequentes.
Respostas curtas. Toque numa pergunta para abrir.
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O básico
O que é o Kelvin Code?
Uma ferramenta de desenvolvimento: um executor nativo de macOS que cria cápsulas de simulador iOS descartáveis e deixa seus agentes — Claude, Codex, Cursor — dirigirem o app dentro delas enquanto você assiste pelo navegador. A sessão gera capturas, passos e veredito selados para consulta. “Kelvin” é como chamamos o produto no dia a dia; o nome inteiro é Kelvin Code.
Preciso do Xcode instalado?
Precisa. Os runtimes de iOS vêm do Xcode e o Kelvin não substitui isso. O Kelvin executa em segundo plano no seu Mac; você acompanha a sessão no navegador.
Funciona sem conta e sem nuvem?
Para receber jobs e abrir sessões Live, cadastre o Mac numa organização do Kelvin Cloud.
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Instalar e usar
Que Macs rodam o Kelvin?
Para controle e sessões Live, o Kelvin precisa de macOS 15 ou mais novo em Apple Silicon, Xcode com runtime iOS e idb-companion pelo Homebrew. O binário pode abrir no macOS 14 com recursos limitados.
Quanto custa hoje?
Nada. O beta é gratuito e não pede cartão. Se houver preço, ele será anunciado antes de valer.
Como funcionam as atualizações?
Baixe a versão mais recente do Kelvin para Mac na página pública de releases. As atualizações são manuais por enquanto.
De onde vem o binário oficial?
Só de github.com/andermelo/kelvin-releases e deste site. Não distribuímos o Kelvin por nenhum outro canal.
O que o login com Google acessa da minha conta?
Nome, foto de perfil e e-mail verificado — os escopos openid, email e profile, e nada além. O Kelvin Code não pede acesso ao Google Drive, Gmail, calendário, contatos ou repositórios. O login do painel identifica a pessoa; o Kelvin para Mac usa um código de registro de uso único para conectar este Mac à organização.
O que sai da minha máquina?
O Kelvin para Mac envia ao Cloud os dados necessários à execução compartilhada: app e artefatos do job, evidência e quadros da sessão ao vivo. Ele abre conexão somente para fora; o Kelvin não abre porta de entrada no Mac.
Como sei que rodou o app certo?
O app que você envia é conferido por duas hashes — os bytes recebidos e a árvore do app extraído — antes de qualquer simulador ser tocado. E tudo é ligado a uma organização: pedir um objeto de outra organização responde “não encontrado”, sem confirmar que ele existe. Testes negativos cobrem esse caminho.
O que fica registrado?
Toda ação crítica entra numa trilha de auditoria: mudança de papel e de associação, cadastro e revogação de máquina, aprovação do app enviado, transição de execução, controle concedido e devolvido, input aceito, aprovação e publicação. O controle ao vivo é de uma pessoa por vez e a troca é explícita — e o texto que você digita nunca entra em log nem na trilha.
Vocês apagam a evidência depois de um tempo?
Hoje não. O que você mandou para o Cloud fica enquanto a sua organização existir: nada é apagado por prazo, nenhum processo varre evidência, e um vencimento que apareça numa tela é o teto do que aquele pacote poderia durar, nunca uma contagem regressiva. Se você quiser apagar alguma coisa, peça por e-mail e apagamos à mão. O que some sozinho é o estado de uma sala quando ela termina: chat, propostas, tíquetes e assentos.
O que guardamos, por quanto tempo e com quem, está na política de privacidade. Achou uma vulnerabilidade? Escreva para security@kelvincode.com.
Ficou faltando alguma coisa?
O que o Kelvin faz hoje, feature a feature, está na página de features.
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